Se algum dia houve uma lição prática sobre como conduzir uma campanha inteligente e bem-sucedida num Campeonato do Mundo, basta olhar para a Itália em 1982. Começaram devagar para evitar os holofotes dos mídia, depois aumentaram gradualmente o ritmo à medida que o torneio avançava, para que a confiança crescesse e a fluidez melhorasse. O facto de terem criado uma grande disputa com a imprensa nacional de forma a formar um forte espírito de Equipa entre todos no estágio também não fez mal nenhum. Ajuda ter o tipo de jogadores talentosos e inteligentes que a Itália é famosa por criar: seja a agressividade de Gentile levando o génio argentino Maradona ao desespero, a exploração implacável de Paolo Rossi da defesa frágil do Brasil ou os brilhantes remates de longa distância de Marco Tardelli empurrando uma Alemanha Ocidental decadente para a derrota na final do Campeonato do Mundo.
Remova a almofada antes de lavar.